quinta-feira, 22 de outubro de 2015

As Três Clowns

em Tchékhov
por maneco nascimento

A montagem, sob olhar de palhaços (clowns) brechtinianos à partitura individual de cada atriz, de Florianópolis (SC), visitou Teresina na noite do dia 20 de outubro, em apresentação no palco do Theatro 4 de Setembro, a partir das 19 horas.

O texto, do começo do século 20 e parido de um dos mais geniais autores russos, "As Três Irmãs", recebe um olhar para a linguagem clownesca, particularizada na economia e contenção da dramaticidade à flor da pele das personagens construídas por Débora de Matos, Greice Miotello e Paula Bittencourt, em que retêm fidelidade às ironias delicadas de Tchékhov e aplicam fortaleza de grandes mulheres das personagens a grandes mulheres das intérpretes, em gestos mergulhados na dramaturgia de paixão em razão e sensibilidade cênicas.

A adaptação e direção,
de Marianne Consentino, conseguem manter um equilíbrio do cerne dramático do autor e revalorizar o riso contido nas pequenas tragédias da vida comezinha das três irmãs, que dividem mesmas expectativas, sonhos aproximados e mais valia enviesada de viverem vidas longe de sua real felicidade e perto do coração selvagem de quebrar as regras que se lhes impõem a sociedade, a educação moral e cívica e o reverbero das memórias familiares de seus genitores já desaparecidos.
Humor cáustico e perverso em doses conta-gotadas enlinha destinos das três mulheres envelhecidas, em tenra idade, e alinhava o perto e o longe das liberdades desejadas e quase nunca conseguidas a contento pelo impulso dos destinos (pre)determinados à expiação reflexiva do comportamento e natureza humana espiada pela recepção sugada para dentro do ambiente doméstico das (in) felicidades regurgitadas pelas irmãs.

Na dramaturgia de atualização, a cena começa no hall do Theatro para onde duas irmãs seguem e colhem o público e orienta-o à participação do que ainda está por vir, mas guardado o mistério, já divertido, no primeiro contato com as personagens, à curiosidade da plateia. Bexigas (balões brancos) são entregues às pessoas e sugerido que elas encham, mas não amarrem a ponta (boca) do balão. Já no palco, cena em que o público está contido na cena, a surpresa de aniversário da irmã caçula conta com os balões da plateia, lançados sobre a aniversariante.
A partir daí, as outras personagens de Tchékhov que dialogam com as irmãs são puxadas da plateia, à medida que a narrativa se vai afunilando para desfecho do enredo. Comédia de costumes tchekhoviana que tece ironias limpas e venais à sorte da reparação social, as vozes e polifonias da sociedade vão (des)enredando carinhos, solidão, frustrações, lembranças, dores, pequenas felicidades e a esperança de recuperar o lar abandonado há onze anos, desejo que não se concretiza.
"E preciso trabalhar" para manterem-se ocupadas e "É preciso viver", debulhado da boca das personagens como aceitação do destino que lhes é imposto à permanência da vida que negam, enquanto aceitam comiseradamente, é concreto discurso que não abstrai a condição humana, revela-a e expõe à expiação pública.

No escolho da linguagem, de tradição e ruptura, a Traço  Cia. de Teatro sinaliza na sinopse que,
"O espetáculo trata do desejo das irmãs Olga, Maria e Irina de retornarem à cidade natal, de onde saíram há 11 anos com o pai, general. Ainda mais importante que o plano dos acontecimentos, é a exposição dos conflitos que se estabelecem entre o plano da vida material – o cotidiano – e o plano espiritual – a eternidade. O espetáculo aborda o clássico texto do dramaturgo russo Anton Tchékhov a partir da técnica do palhaço (...) A Traço desenvolve uma linguagem própria, pautada no encontro entre atores e espectadores, na busca de estabelecer uma relação livre, direta e potencialmente transformadora."


A concepção musical (Cassiano Vedana, Gabriel Junqueira Cabral, Mariella Murgia e Neno Miranda) tem papel fundamental na consignação da leveza conseguida, sob o efeito dramático e interação intrínseca com as emoções e destino das personagens.

Os músicos Cassiano Vedana, Gabriel Junqueira e Mariella Murgia poderiam ser só um ilustrativo musical, mas embora pareçam estar invisíveis à cena, sua presença preenche de energia vital toda a trama do espetáculo. A música e cantora Mariella Murgia arremata, em melodias sentimentais da partitura individual de cada personagem, beleza comovente e é força delicada, deslizada pelas veias impulsivas e coração das irmãs rasurado.

O Figurino e cenografia
assinados pela Cia. fica na boa medida de estética e plástica finalizados ao contexto da história narrada.Os figurinos têm a alma das personagens e exploram pela segunda pele o expressionismo da alma de cada uma, para tempo de ingênua, "assanhada", ou de tradição materna. Cada segunda pele, das personagens, justifica o íntimo revelado ou escondido de cada uma.

A cenografia, em que músicos e plateia também são apêndice à geografia de cenário e contrarregras, se afina em ambiente a três cadeiras, à esquerda do palco e na fuga da luz do ambiente da coxia, onde as personagens descansam na troca de turno, quando elas solam o tempo condicionado da própria existência confessional. 
O mapa de suas vidas que é terra de morada e pátria de ninguém, já que não é a delas, pois sonham em voltar para casa, é codificada por um tapete de retalhos coloridos, cosidos na dialética de existências fragmentadas e nicho onde descansam a própria sorte e transcendem os dias expiados como licença de passagem.
O mapa, da lição de casa das irmãs, é preso nas extremidades por cordões de retalhos trançados. Quatro pontas de ancoradouro que descansam as amarras nas mãos das personagens, sejam da vida íntima da casa, sejam das trazidas da plateia. 

Aliás, a adaptação que finaliza a dramaturgia nas três irmãs e confere ao público o dialogismo, com as outras personagens que povoam o enredo, é de uma economia inteligente e prática do ponto de resolução de carpintaria teatral.

A Iluminação de Ivo Godois aquece e suaviza as angústias e alegrias tristes recortadas pelo desenho de luz que eficientiza estética e técnica em fusão com o exercício do fingimento. A operação de iluminação de Egon Seidler afina a geografia planejada a efeitos dramáticos.

Trabalho que, segundo conversa com o elenco, surgiu do provocado de trabalho científico da diretora e adaptadora da montagem, tem a orientação de pesquisa dos Prof. Dr. Armando Sérgio da Silva e Prof. Dr. Valmor Nini Beltrame que, naturalmente, detêm afinidade com toda a trama conspirada.

As Três Clowns, da Traço Cia. de Teatro, para As Três Irmãs, de Anton Tchékhov, reverbera teatro refinado e muito vivo. O desempenho garante ao esforço e resultados conseguidos um equilíbrio invejável da arte de fingir e persuasão do convencimento.

O espetáculo "As Três Irmãs" é um triângulo que emenda os vértices com igual atração de respostas de atrizes, mas se transforma em pentágono para justiça matemática, quando somados direção e música e revigora o autor e reinventa teatro na marca de expressão e valoração da arte do teatro, que aqui se assina como santacatarinense.

O teatro brasileiro Girou cena qualificada em palco de Teresina. Grande teatro.


(fotos/imagens: disp. móvel m. nascimento)

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Aberta a temporada

da FliQPi!
por maneco nascimento

Colóquios literários; Literato cantabile; Oficinas; Palco Aberto, Contagiando; Estandes, Homenageados e Exposição: FliQPi!

O evento acontece no Complexo Cultural Club dos Diários/Theatro 4 de Setembro (Sala de Oficinas "Procópio Ferreira" e Espaço Cultural "Osório Jr."/BCD); Biblioteca Estadual "Cromwell de Carvalho" e Auditório "Mestre Expedito", do Centro de Artesanato "Mestre Dezinho".

Feira Literária - Livro Infanto Juvenil e Quadrinhos - do Piauí, de 22 a 25 de outubro de 2015, fechando o mês da Criança, com arte, cultura, leitura e arte visual,  numa realização de AvanGard e Balaio de Artes. 

A FliQPi tem apoio do Governo do Estado e Secretaria de Estado de Cultura do Piauí e patrocínio do Armazém Paraíba, por meio do Sistema Estadual de Incentivo à Cultura - SIEC.

Feira do Livro Infanto Juvenil e Quadrinhos do Piauí, de 22 a 25 de outubro, no Corredor Cultural de Teresina, no centro da cidade.

Esse é um evento que não pode ficar de fora de sua agenda.

Siga a FliQPi e seja um multiplicador da leitura!

De 22 a 25 de outubro, FliQPi.

fotos/imagem: arte visual acervo avangard/balaio de artes

Esquetes de Humor


Oficina de Textos teatrais

A jornalista, escritora e dramaturga, Ísis Baião ministrará curso de textos teatrais em Teresina. A artista confessa que desde que voltou para a cidade, que os amigos lhe cobravam uma Oficina e que o momento chegou agora.

A Oficina Textos Teatrais Esquetes de Humor vai acontecer de outubro a dezembro, na Sala de Oficina de Teatro "Procópio Ferreira", no Theatro 4 de Setembro. As aulas serão ministradas nos dias de terça e sexta feira, das 18h às 21 horas.

A Oficina é Gratuita e será mantida pela Secretaria de Estado de Cultura do Piauí - Secult,  é direcionada aos alunos da Escola Técnica Estadual de Teatro Prof. "Gomes Campos", mas também está aberta à comunidade e as inscrições começam dia 22 de outubro e podem ser feitas na administração do Theatro 4 de Setembro. As aulas iniciarão dia 27 de outubro e seguem até 11 de dezembro.

Com foco no humor, a oficina deve ampliar as possibilidades dos participantes na arte de criação de pequenos textos de teatro, os chamados esquetes, através de um treinamento que possibilite os instrumentos básicos para o desenvolvimento de um trabalho de qualidade. 

Serão transmitidas as técnicas fundamentais da escrita dramática em motivação do trabalho criativo, além de desenvolver o lado crítico-humorístico de cada participante, já que o humor é uma das mais fortes expressões da inteligência humana. 

Na utilização de jogos dramáticos e técnicas de dramaturgia, os exercícios lúdicos serão aplicados como criação e interligação de histórias, vivências de personagens, estímulos musicais e outros. 

Os participantes são convidados a participar de uma "viagem" pelos caminhos da ficção. A partir de exercícios lúdicos oferecidos à oficina os participantes perceberão que a escrita dramática não é uma atividade apenas intelectual, pois os caminhos da criação são múltiplos.

A oficina também gera uma boa expectativa em Ísis Baião que começa a criar uma nova e maior aproximação com Teresina, depois de ter morado tanto tempo fora. 

Sobre a artista:
(a premiada dramaturga Ísis Baião/foto: youtube.com)
Isis Baião é jornalista, dramaturga e roteirista. Formou-se em Jornalismo na PUC/RJ, em 1970, trabalhou em jornal, revista, rádio, televisão e assessoria de imprensa. Estreou no teatro em 1978, com Instituto Naque de Quedas e Rolamentos, dirigido por Júlio Wolgenmuth, no Rio de Janeiro. 
Também no Rio, montou: As Chupetas do Sr. Refém, direção de João das Neves; Cabaré da Crise – As da Vida também Votam, direção de Ana Maria Taborda; As Bruxas Estão Soltas,direção de Maria Lúcia Vidal; Essas Mulheres, direção de Thaïs Balloni; Cenas Curtas, direção de Joaquim Vicente. Em Porto Alegre encenou Só Dói da Primeira Vez, direção de Ana Maria Taborda; em Teresina, Espelho, Espelho Meu..., direção de Lari Sales; em Belo Horizonte,Essas Mulheres e um espetáculo baseado em Casa de Penhores, direção de Aline Andrade e Orlando Orube, respectivamente.
(a  escritora, jornalista e dramaturga Ísis Baião/foto: capitalteresina.com)
Tem três livros de teatro editados e trabalhos em outros mais, destacando-se nesta área o Volume 1 do “Teatro (In)Completo de Isis Baião” (Pedrazul/RJ/2003).
Em novembro de 2011, publica a biografia Mara Rúbia, a Loura Infernal (Ed.Aeroplano/RJ), tendo co-autoria Therezinha Marçal.
Com a peça Mont-de-Piété (Casa de Penhores no original), foi um dos sete dramaturgos no mundo agraciados pelo 1997 Onassis International Cultural Competitios – Theatrical Plays, em Athenas-Grécia.
(a atriz Ísis Baião/foto Cláudia Ferreira)
Sobre sua obra, há vários trabalhos acadêmicos, no Brasil e nos Estados Unidos, destacando-se: “Margem e Centro – A dramaturgia de Leilah Assunção, Maria Adelaide Amaral e Isis Baião” - Ana Lúcia Vieira de Andrade (Ed. Perspectiva/Uni-Rio/Capes/RJ/2006); “Gênero e Cultura na Dramaturgia de Isis Baião” – por Zoé Margarida Chaves Vale (“Pesquisas e Práticas Psicossociais” – Univ. Fed. De São João del Rei-MG-Mar/2009); “Isis Baião’s Essas Mulheres:from the Social to the Feminine” e “Theater, Actress, Woman: Isis  Baião’s As da vida também votam and Essas Mulheres” (“Luzo-Brazilian Review”/1998 – University of Wisconsin), by Fred Clark. PhD em Literatura Brasileira da University of North Carolina (Chapel Hill-USA)
Serviço:
Oficina de Textos Teatrais Esquetes de Humor
- com Ísis Baião -
de 27 de outubro a 11 de dezembro
Inscrição a partir de 22 de outubro
na administração do Theatro
Informações: 
086 3011 2166 (Ísis)
086 3222 7100 (Theatro)

Joanna é canção

brasileira no Seis & Meia 


O Projeto Seis & Meia apresenta neste dia 22 de outubro a cantora e compositora carioca Joanna. A Diva nacional de românticos pop para romances e memórias da composição brasileira volta a Teresina para repetir o sucesso da última passagem pela cidade.
O Projeto Seis & Meia, realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura do Piauí, desenvolve a facilitação da vinda de grandes nomes da canção brasileira a Teresina e possibilita ao público que dialogue com seus ídolos e estrelas da MPB. 
E, nesta edição de outubro, Joanna será a voz das canções ouvidas Nos Bailes da Vida e Chama de grande emoção na pauta do Projeto. 
Os ingressos para o show estão sendo vendidos na bilheteria do Theatro 4 de Setembro e podem ser adquiridos nos horários das 9h às 18h. A rainha de românticos hits e de sucessos como Recado; Chama; Nos Bailes da Vida; Amor Bandido; Seu Corpo, A Padroeira, entre outros passearão pelo repertório da cantora que promete um show imperdível.
Aos fãs da canção brasileira e seguidores do cancioneiro nacional, a melhor dica para essa quinta feira, 22 de outubro, será reviver o canto romântico de Joanna. Na abertura local, a cantora Rosinha Amorim.
Os ingressos estão à venda até se esgotarem. Os preços R$ 25,00 (a meia) e R$ 50,00 (a inteira).
Pagam meia entrada, professores da rede pública estadual, aposentados, pessoas com mais de 60 anos, pessoas especiais com agendamento de uma hora de antecedência e apresentação da carteira de Passe Livre, do beneficiado e acompanhante.
Ainda estarão na pauta de novos shows do Seis & Meia, até o final do ano, a nossa querida Sapoti, a grande Ângela Maria, para novembro e Martinália, fechando o ciclo, em dezembro.
Joanna é Maria de Fátima Gomes Nogueira e nasceu no Rio de Janeiro, em 27 de janeiro de 1957. A artista canta, compõe e é instrumentista brasileira.  Criada no subúrbio carioca, a carreira de cantora teve início nas participações em festivais do interior do estado e atuou também como backing vocal de conjuntos de bailes e casas noturnas.
O primeiro long play gravado foi Nascente. O LP vendeu oitenta mil cópias e foi deste o primeiro grande êxito popular da carreira da artista, a canção "Descaminhos", composição sua, em parceria com Sarah Benchimol.
Joanna consagrou-se como cantora popular, através das interpretações de canções românticas, que são as mais recorrentes na carreira. Entre as canções "Recado”, de Renato Teixeira, seguida pelo sucesso de "Espelho", do disco Joanna, de 1984; "Momentos"; "Quarto de Hotel" e "Uma Canção de Amor" (as duas últimas de autoria de Gonzaguinha).
"Nos Bailes da Vida" também é de seu repertório e, as de maior apelo popular, “Amanhã Talvez”; “Teu Caso Sou Eu”; “Um Sonho a Dois”, “Aconteceu”; “Amor Bandido”; “Promessas” e “Tua Fera” foram um sucesso de execução e vendagem.
No álbum Primaveras e verões, de 1989, comemorativo dos dez anos de carreira, gravou canções de compositores habituais daquela fase, “Nosso Amor”, “Ouvindo Estrelas”, “Meu Jogo” e “Olho Por Olho” e também trouxe uma parceria sua com Cazuza, “Nunca Sofri por Amor”.
Serviço:
Projeto Seis & Meia
22 de outubro
a partir das 18h30
na voz e canção de Joanna.
A abertura local: Rosinha Amorim.
Ingressos: R$ 25,00/R$ 50,00
Informações: 086 3222 7100/86 9 9405 0037/ 086 9 8817 220

domingo, 18 de outubro de 2015

Essa Mulher

menina e moça Angela RoRo é uma só
por maneco nascimento

Ela é RoRo. Mas é Ângela, como a querida Sapoti, Ângela Maria, ou um dos ícones das liberdades brasis, Angela Diniz, só para ficar em dois ótimos exemplos. Como o assunto é música, fiquemos nas Divas da MPB.


Em música popular brasileira, esse nome é doce melodia sentimental e está para o Brasil como sucesso garantido. Aliás, muitas Ângelas povoaram os cartórios brasileiros a partir, talvez, da memória e da história da vozes difundidas na Rádio Nacional, entre elas a de Maria e, posteriormente, nos outros canais midiáticos que abraçaram Angela RoRo. 

E falar de Angela, a RoRo, que vem na esteira das estelares brasileiras do cancioneiro nacional é falar de carisma, talento, voz rouca e sensual (que lhe assegurou o apelido de RoRo), mas é falar, especialmente, da grande compositora que é Angela RoRo. 

Angela Maria Diniz Gonçalves, vejam só, traz lembranças nomeadas das duas Angelas citadas acima. Então, o universo conspira + para arte, cultura, atitude, talento e sinal para brilhar em nome de mulher.

Mais conhecida como Angela RoRo essa cantora, compositora e exímia pianista das teclas densas, dramáticas e deslizadas às melodias que não se quer perder do ouvido, é moça, menina e mulher de alegria e riso indisfarçáveis, que acentua sotaque carioca peculiar e risada grave e rouca de expressão vocal charmosa. 

Construiu carreira incólume e vem ao longo de hits de tradução, encantando com "Amor, Meu Grande Amor", "Fogueira", "Simples Carinho", "Mônica", "Só nos resta viver", "Balada da Arrasada", "Cheirando a Amor", entre um infindável que passou pelas ondas do rádio nos lares brasileiros.

Nascida em 5 de dezembro de 1949, no Rio de Janeiro, Angela RoRo, entre suas biografias é caracterizada em que "O apelido Rô Rô vem da risada grave e rouca; características que fazem também o diferencial da voz; um pronunciado sotaque carioca, caracterizado pela acentuação da vogal "a" muitas vezes encavalada na consoante "r", de maneira rasgada e aberta; a fala rápida e atropelada acentua essas características." (wikipedia)

Angela RoRo deveria realizar um grande show, em Teresina, dia 22 de outubro. Não sendo possível confirmar sua presença luxuosa no palco do Projeto Seis&
Meia
, a sua vinda a Teresina fica adiada a outro momento. 

Segue carreira em shows pelo Nordeste e, Teresina sempre a receberá de braços muito abertos, porque ninguém é Angela RoRo impunemente.

Para cumprir a pauta do Seis&Meia, nesse 22 de outubro, a cantora e compositora, também carioca, Joanna virá nos falar de Chama da canção e memórias musicais Nos Bailes da Vida da velha e doce MPB.

Os ingressos ao show de Joanna estarão disponíveis na bilheteria do Theatro 4 de Setembro. Quem desejar receber o dinheiro de volta do ingresso comprado para show de Angela RoRo, deverá procurar a bilheteria da Casa de espetáculos. 

Os que ouvirem o chamado de Joanna, podem manter o ingresso e seguir ao 4 de Setembro, dia 22 de outubro, a partir das 18h30, quando o Projeto Seis&Meia também traz, na abertura local, a cantora Rosinha Amorim.

Siga essa emoção.
É dia de Joanna na Canção!

Serviço:
Projeto Seis&Meia
22 de outubro
a partir das 18h30
A voz e a canção em Joanna.
Na abertura local: Rosinha Amorim.

Ingressos:
R$ 25,00 (meia)/R$ 50,00 (inteira)
Informações: 
(086) 3222 7100

fotos/imagem:
Angela RoRo page Angela RoRo
Joanna/divulgação.

sábado, 17 de outubro de 2015

A canção será de Joanna

Ela será o Seis&Meia 

 (fotos/imagem: reprodução)

Muda-se a agenda, mantém-se a arte.
Sai a Diva da romântica canção pop visceral, entra a Diva do romântico pop do romance cancioneiro nacional.
Da dona de sucessos, "Chama", "Recado", "Seu Corpo", "Amanhã Talvez", "Um sonho a dois", "Amor Bandido", "Momentos", "Estranha Dependência"... Joanna.
A cantora e compositora Angela RoRo não poderá mais cumprir agenda do Projeto Seis&Meia, do dia 22 de outubro, no Theatro 4 de Setembro.
Preenche a pauta cultural, com muita qualidade, a também cantora e compositora Joanna. Essa carioca que é mais Chama, sempre viva, da canção brasileira.
"Sou das canções
Antes de mim e de você
Tem essa voz
Antes de perguntar por que
Lembre de nós
Ouça no rádio esta canção
Que é de amor
Maior que eu (...)
Quem sabe alguém, amor
Sem essa chama na garganta
Possa te acompanhar
Enquanto eu vivo e sigo
Com o coração
A alegria de cantar." (de Aristides Guimarães e Geraldo Amaral)
Dia 22 de Outubro
no Projeto Seis&Meia
a canção é de Joanna.
Na abertura local: Rosinha Amorim.
Quem já adquiriu ingresso ao show de Angela RoRo e queira o ressarcimento do dinheiro, procurar a bilheteria do Theatro 4 de Setembro, a partir do dia 20.
Do dia 20 até 22 de outubro, serão vendidos ingressos para show de Joanna.
O Projeto é uma realização do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura do Piauí e tem espaço de atração no Complexo Cultural Club dos Diários/Theatro 4 de Setembro.
Siga essa emoção, é dia de Joanna na canção!

fotos/imagem: reprodução.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Central Reggae

é tradição Regaplanta

Nesta sexta feira, 16 de outubro, o Corredor Cultural, no centro da cidade, será da agenda do reggae tradição e canções autorais que a cidade de Teresina compõe na sua produção musical.

A primeira edição do Central Reggae Regaplanta Roots acontece no Espaço Cultural "Osório Jr."/Bar do Club dos Diários, a partir das 22 horas.

Para a noite de reggaes autorais e dos embalos de sábias influências de grandes nomes e artistas jamaicanos, a programação contará com DJ RGP Sound, a Banda pancada Regaplanta e a participação luxuosa de Bob Robson. 

A Banda Regaplanta surgiu em 2009 e, originalmente, composta por três irmãos, Luís Fernando, Pedro e Moisés Barros. Como declara Luís Fernando"a gente se chama, se considera família Regaplanta".
(a família Regaplanta/fotos: acervo Regaplanta)

A Banda é composta por Luís Fernando, no contrabaixo e back vocal; Jah Pedro, na bateria; Moisés Barros, guitarra e back vocal; nos teclados, Felipe Fyah; Diogo Breno, back vocal e Gomez Brasil, como principal vocal.
(essa Banda Regaplanta/fotos: acervo Regaplanta)

A Central Reggae tem a força e expressão do melhor reggae pregado à produção local autoral e além da estrela de Gomez Brasil, parte do Regaplanta, terá a novidade e honra de trazer à noite um dos mais emblemáticos e divulgadores do reggae na cidade de Teresina, sua excelência o pop Bob Robson.

O reggae é força, expressão, luz, política de identidade e cultura e música, principalmente, autoral. Para Luís Fernando "o reggae music veio pra mim como uma missão. Faz com que eu lute a favor das coisas que eu acredito e contra as coisas que eu desacredito", defende o artista.

E é dessa crença artístico cultural e muita música regada a um bom reggae tradição e autoral local que a Central Reggae se instalará nesta sexta feira, 16, a partir das 22, o "Osório Jr."/BCD.
Serviço:
Central Reggae
dia 16 (sexta feira)
às 22 horas
"Osório Jr."/BCD
Ingresso Preço Promocional: R$ 5,00

Informações:
(086) 9 9982 1715 (Luís)/ 9 9920 5468 (Pedro)